«A necessidade pode ser mãe do engenho.
Mas o desespero é uma madrasta...»
Qualquer conversa deve ter um copo ou mais na mesa. Todos os assuntos na mesa, devem ser discutidos com copos meio vazios, para que não corram o risco de se tornarem demasiado sérios. Juntem-se à conversa. Tragam o vosso copo. O conteúdo é por minha conta.
sexta-feira, 29 de novembro de 2013
Copo do dia - Felicidade...
«A minha única regra de vida é simples: Quero ser feliz!
Ao ser feliz, faço outros felizes.
E não lhes peço para se acomodarem à felicidade que tenho,
mas apenas que o sejam.
Parece simples?
É!
Queremos sempre que quem nos rodeia se adapte ao que
queremos para eles, em vez de querermos que sejam apenas o que merecem ser.
Felizes!
Por isso é que há pessoas infelizes.
Aquelas para as quais o mundo tem de mudar.
Por outro lado, eu mudo de mundos.
Troco as voltas a
minha própria regra, sem a quebrar.
E deixo cada um deles caminhar por si.
Nada há melhor, do que deixar um sorriso no mundo!»
terça-feira, 26 de novembro de 2013
Copo Banal
Temos o futuro que tivemos no passado.
A não ser que façamos do nosso presente algo diferente.
A não ser que façamos do nosso presente algo diferente.
segunda-feira, 25 de novembro de 2013
Copo do Dia - Copos de amor
Falar de amor
Quem desespera pelo Amor,
Não se ama!
Quem o chama pelo nome,
Não sabe o que é!
Quem o deseja,
Só quer alguém.
Querer por querer,
É não querer nada!
Tapar um vazio com uma rede,
Criar a ilusão de que tudo vai ficar bem.
Ir ao encontro de um desejo,
De encontro à angustia, da rejeição da certeza,
Desejando mais, o que a alma não acredita,
Que o corpo recusa e o ser ignora.
Falar em amor, é não falar de nada.
É uma palavra sem correspondência,
Uma carta de jogar fora,
Ou que se quer ir buscar ao monte.
Amor…
Nunca se diz, quando se ama.
sexta-feira, 22 de novembro de 2013
Copo Político - A Humildade de Ronaldo e a humidade portuguesa
O Português não gosta de sucesso.
Trabalha, mas não acredita no mérito do mesmo.
Acha que o seu valor advém do seu salário e não do seu
trabalho.
Naturalmente acha que uma besta que ganha um grande salário
é a melhor pessoa do mundo.
E a pior, porque é uma besta.
Se puder reduzir os outros à sua dimensão, fá-lo-á.
Mas
nunca lhe ocorreu crescer.
Acredita que sem esforço conseguirá fazer melhor, acabando
por nunca fazer nada.
Nem pior, nem melhor.
O português não é único.
É uma construção de um conjunto de regimes políticos com
mais de 100 anos que nos reduziram a poços sem fundo de uma sabedoria pequena e
redutora.
E Independentemente do futuro deste governo, ele perpetuou a
ignorância educada, com um dano feito a gerações.
E depois temos Ronaldo.
A máquina do futebol.
Imparável.
Que é herói e vilão. Com uma ética de trabalho e sem vergonha
na cara. E ainda bem. Porque haveria de ter vergonha de trabalhar e ser bom no
que faz e ser reconhecido pelo que é.
O português banal olha para isso e revolta-se. Ronaldo ganha
mais do que ele por 90 minutos de jogo.
O banal português não aguenta 5 minutos de corrida.
Não pensa no trabalho que isso implica.
Ronaldo estampa numa noite o que ele ganha num ano. Porque
pode.
O português banal acha que Ronaldo, não o deveria fazer e
vilipendia-o por isso.
Não quer ser lembrado que é pobre.
Não só de dinheiro, mas de espírito.
Ronaldo acerta! É um Deus.
Se falha, é uma aberração!
Mas Ronaldo, sendo humano, pode e deve falhar.
Para aprender!
O português que nem acerta nem falha, é infalível.
Tornou-se o Velho do Restelo.
Afectado pela humidade do Inverno ou Inferno constante que é a mente.
Eu não sou.
Orgulho-me do trabalho e não tenho problemas
em reconhecer e encorajar os que são melhores, nem me deixar abater pelos que
me querem pequeno.
O nosso valor, como país, como pessoas, depende da nossa capacidade de
lutar contra os que nos querem pequenos.
E não!
Não são alemães.
São portugueses.
quinta-feira, 21 de novembro de 2013
Copo do Dia - Free talk
É tão fácil destruir a democracia.
Basta DIZER que é uma ditadura.
Mas é tão difícil destruir uma ditadura, porque não se pode DIZER nada!
Basta DIZER que é uma ditadura.
Mas é tão difícil destruir uma ditadura, porque não se pode DIZER nada!
terça-feira, 19 de novembro de 2013
Copo Do Dia - Filosofia Barata...
Há uma tempestade no horizonte e nada do que possas fazer
vai evita-la.
Apenas podes preparar-te para o momento em que ela chega,
aguentar e viver com o que trouxer.
A verdade é que quem sofre por antecipação, sofre
triplamente: Antes, durante e depois.
Quem se prepara, por outro lado, pode sofrer, mas dá valor apenas ao que
importa!
segunda-feira, 18 de novembro de 2013
Copo do Dia - Filosofia que nos sai cara...
«Todos os problemas que vemos nos
outros,são todos os problemas que não vemos
em nós.
Todos os que o espelho não mostra e que a nossa mente insiste em
esconder…
Até ao dia em que eles nos saltam
à cara e deles não podemos fugir!»
segunda-feira, 11 de novembro de 2013
Copo Poético - Nada Mais
«Nada mais
Esquece-me
de vez.
Aliás
já esqueceste!
Fui um sopro de vento que de vez em quando percorre a tua face.
E
nada mais!
Sou
apenas um raio de sol fugidio que toca o teu olhar,
Algo
que te aquece pelo segundo em que presencias o despontar da noite,
A
transformação de um dia passado, na obscuridade que se levanta...
Mas
nada mais!
Sou
um bater de ondas,
Uma
atrás das outras, que se agarram às tuas pernas.
A
areia que varre a superfície da praia branca,
A
pedra polida, pelo mar, pelo vento pelo desgaste do momento...
Mas
nada mais...
Nada
mais...
Nada
mais...
Nada
mais...
E
tu nada mais és,
Do
que a mágoa que carrego.
O
pano debruado a vermelho, pontilhado por gotas salgadas,
Instantes
de uma outra vida em que a noite se trocava,
O
dia aclarava e a nossa Lua, que era só minha,
Ainda
competia pela atenção, com a estrela crescente.
E
aí, pela sorte que me deste, esqueceste-me...
Melhor
assim.
Agora
só dependo de mim...
E
nada mais!»
11-11-2013
Copo Poético - Cores
«Hoje contenho todas as cores
As alegres, as quentes, as frias e as tristes.
Todas as cores por cumprimento de onda,
Por comprimento de palete de sentidos que me restam.
Hoje contenho todas as cores,
E por isso não tenho cor, mas não sou ausência.
Rodeio com uma luz fria,
esperando por interacção, ser mais quente.
Dou cor ao meu olhar com o sol que se põe,
O raiado vermelho, acaba por ser um reflexo do céu.
Assim como os meus olhos são uma visão do espelho.
Sim sou estas cores e mais outras perdidas.
Um manancial de tons, só visível a nú.
E assim estou, um arco íris que só mostra 7 momentos.
Aqueles que me dão cor.»
2013-11-11
As alegres, as quentes, as frias e as tristes.
Todas as cores por cumprimento de onda,
Por comprimento de palete de sentidos que me restam.
Hoje contenho todas as cores,
E por isso não tenho cor, mas não sou ausência.
Rodeio com uma luz fria,
esperando por interacção, ser mais quente.
Dou cor ao meu olhar com o sol que se põe,
O raiado vermelho, acaba por ser um reflexo do céu.
Assim como os meus olhos são uma visão do espelho.
Sim sou estas cores e mais outras perdidas.
Um manancial de tons, só visível a nú.
E assim estou, um arco íris que só mostra 7 momentos.
Aqueles que me dão cor.»
2013-11-11
domingo, 10 de novembro de 2013
Copo Poético - Uma fotografia
Uma fotografia
A fotografia que vi tua,
Mostrava-te como me lembrava,
Mas não como eras.
Mostrava-te como gostava de ti,
Mas não como deixaste de o sentir.
A fotografia que vi tua, mostrava-me tudo
o que me faltava,
Fosse embora bidimensional e pejada de
memórias de um momento que já não somos.
Essa fotografia que vi, era minha, de ti,
Tirada a ferros, perdida no meu olhar
Uma que sempre quis tirar para te dar.
A que te dei, sentada numa cadeira, ao pé
de um mar de lágrimas perdidas do oceano, essa não é minha.
É de quem te quis!
E esta de quem te ama,
Para uma eternidade perdida
Numa fotografia!
sexta-feira, 8 de novembro de 2013
Copo de Cultura - A Recicladora
Confesso!
Hoje não tenho nenhum artista no
qual malhar.
Até porque criei estes copos para
expor a arte (muito, pouca ou nenhuma) que tenho.
Por isso hoje vou falar da Joana
de Vasconcelos.
Essa digna representante do mais
puro Marketing Comercial.
Graças a ela, as mulheres já
podem caminhar sobre tachos e a luz advir de algo que não é suposto. Agora fez
um laçarote tecnológico para para a Casa Dior.
Não gosto da senhora «artista» (a
pessoa é-me desconhecida), assim como não gosto de outros novos artistas que
surgiram na praça, entre eles a banda, promovidíssima, Amor Electro. Uma banda
que tem um original (muito e do qual gosto) e a recauchutagem de velhos êxitos
de outras. Não há mal nenhum em recauchutar. Mas e que tal criar mais?
Aceito que o mundo a veja como «artista».
Eu vejo-a como «recicladora», que até é mais nobre numa época de parcos recursos.
E sou capaz de ver alguma
inventividade nela, mas não concebo que tenha o valor gigante que lhe atribuem.
Assim como se faz para tantos
outros.
Se calhar é o meu lado anti-provinciano:
Não é porque todos gostam que é bom. Se é bom, é bom pelos seus argumentos, não
pela sua promoção.
Mas infelizmente a promoção
transforma lixo em arte, fotocópia em romances e caciques em governantes., como
tantas vezes vemos por aí.
Não estou, no entanto, a dizer
que a «arte» dela é lixo.
Apenas que não gosto.
Seja como for, não lhe desejo mal
algum e até muito sucesso.
E se mudar de ideias sobre a sua
«arte» eu aviso.
Até lá, é a minha «recicladora»
preferida.
quinta-feira, 7 de novembro de 2013
Copo do Dia - A Margarida, a realidade e... Sei lá!
No Notícias Online, li uma pérola, cujo o título é Em defesa de Margarida Rebelo Pinto escrito por Jacinto Furtado. É uma obra prima da ironia.
Inspirado por esse texto, confesso que não nutro nada pela senhora.
Nem sequer desprezo.
Mas acho adorável que se considere literatura por fotocópia, boa literatura, assim como as autobiografias escritas para jovens estrelas de 16 anos, ou 14 ou mesmo auto-biografias escritas por pessoas que não nasceram...
Pelo menos neste mundo real.
Posto que nada tenho a favor ou contra da senhora, porque me recuso a gastar dinheiro a comprar um livro dela, tudo o que tenho é o que outros escrevem dela...
Até ao momento em que ela decidiu dar a sua opinião na TV...
Sei lá...
E depois, antes dela acabar, mudei de canal.
Não gosto de ver lixo pornográfico.
Sobretudo no noticiário.
Vi, uma privilegiada, que tem uma «entourage» com a qual já me cruzei, vazia de ideias ou melhor com ideias definidas sobre ricos, pobres e os seu leitores, que são uns preguiçosos.
Perdão, não se confunda falta de dinheiro, com pobreza de espírito.
Por isso ali vi a mulher mais pobre que conheço.
Perdão!
A pessoa, ser vivo, entidade, mais pobre que conheço e hei-de conhecer.
(E tantas outras há que ainda não conheço.)
Mas ela tem uma vantagem.
Tem um livro adaptado ao cinema.
E o realizador a partir de agora pode fazer 500 outros filmes, porque basta remontar o mesmo filme várias vezes e temos as adaptações dos livros da MRP...
Seja como for, Em defesa de Margarida Rebelo Pinto é uma delícia.
Têm de ler.
Leiam...
Já agora livros.
Certo?
Inspirado por esse texto, confesso que não nutro nada pela senhora.
Nem sequer desprezo.
Mas acho adorável que se considere literatura por fotocópia, boa literatura, assim como as autobiografias escritas para jovens estrelas de 16 anos, ou 14 ou mesmo auto-biografias escritas por pessoas que não nasceram...
Pelo menos neste mundo real.
Posto que nada tenho a favor ou contra da senhora, porque me recuso a gastar dinheiro a comprar um livro dela, tudo o que tenho é o que outros escrevem dela...
Até ao momento em que ela decidiu dar a sua opinião na TV...
Sei lá...
E depois, antes dela acabar, mudei de canal.
Não gosto de ver lixo pornográfico.
Sobretudo no noticiário.
Vi, uma privilegiada, que tem uma «entourage» com a qual já me cruzei, vazia de ideias ou melhor com ideias definidas sobre ricos, pobres e os seu leitores, que são uns preguiçosos.
Perdão, não se confunda falta de dinheiro, com pobreza de espírito.
Por isso ali vi a mulher mais pobre que conheço.
Perdão!
A pessoa, ser vivo, entidade, mais pobre que conheço e hei-de conhecer.
(E tantas outras há que ainda não conheço.)
Mas ela tem uma vantagem.
Tem um livro adaptado ao cinema.
E o realizador a partir de agora pode fazer 500 outros filmes, porque basta remontar o mesmo filme várias vezes e temos as adaptações dos livros da MRP...
Seja como for, Em defesa de Margarida Rebelo Pinto é uma delícia.
Têm de ler.
Leiam...
Já agora livros.
Certo?
quarta-feira, 6 de novembro de 2013
Copo do Dia - A Importância
«Todas as pessoas são importantes.
Nenhuma de sobrepõe na sua importância.
Apenas não têm todas de ser importantes para nós.
E mesmo essa importância sui generis, é temporária, mediante a importância que temos para elas.»
Nenhuma de sobrepõe na sua importância.
Apenas não têm todas de ser importantes para nós.
E mesmo essa importância sui generis, é temporária, mediante a importância que temos para elas.»
segunda-feira, 4 de novembro de 2013
Copo do Dia - Ver
«Cada um de nós vê o que quer.
E geralmente o que se quer nada tem a ver com o que se vê.»
E geralmente o que se quer nada tem a ver com o que se vê.»
Copo fora-de-prazo: O fim da História, o Cid e uma cabana.
Era uma vez uma discoteca em Alcochete que agora, como quase
tudo o que renasce em Portugal, era alguma coisa «By» alguém.
Já não nos bastava o culto de uma qualquer personalidade, como
agora grama-lo ser feito em Inglês.
Indiferente ao facto de ser «By» alguém, digo
que o Bar/discoteca estava muito bem.
Estava frequentando pela música que nos faz falta. Aquela em
que os versos e as estrofes se repetem pouco ou nada, que dava para dançar e que não nos fazia interrogar por que raio é que ela/ele diz aquilo no meio de uma melodia
tão feia/bonita.
O público também se apresentava digno, embora suspeite que a
delicadeza momentânea fosse apenas fogo de sábado à noite.
Depois disso, surge como antecipado (e
anunciado), o homem do «Macaco e da Banana», «Do Amor e uma Cabana».
O cantor de alguns Hits de uma juventude que ainda nos perdura, apenas com mais alguns
aninhos.
Ele, por seu lado, deu uma de Campeador... E toca a distribuir porrada musical.
Começa pela melodia fora de tom, pela voz embargada pela emoção de estar ali (ou por alguma substância que cumpra o mesmo efeito) e por um reportório digno de um passado brilhante, mas cantado pelo público.
Começa pela melodia fora de tom, pela voz embargada pela emoção de estar ali (ou por alguma substância que cumpra o mesmo efeito) e por um reportório digno de um passado brilhante, mas cantado pelo público.
Também verbalmente abusou de algum público
mais fanático, com ligeireza de palavras e mordacidade comparável a um óbus de
artilharia.
As maiores fãs foram ofendidas na sua dimensão.
E a traumática experiência dos discos pedidos teve um fim dramático com o pedido de silêncio e adágio, parafraseado «veja lá com esse tamanhinho, se não cai daí de cima.»...
E a traumática experiência dos discos pedidos teve um fim dramático com o pedido de silêncio e adágio, parafraseado «veja lá com esse tamanhinho, se não cai daí de cima.»...
A incredulidade um público mais
apreciador, manteve-o no espaço.
Mas a pista de dança esvaziou-se, ainda mais depressa, do que se alguém gritasse «fogo».
Mas a pista de dança esvaziou-se, ainda mais depressa, do que se alguém gritasse «fogo».
Nunca o tinha visto ao vivo.
Agora tenho a
certeza que não verei outra vez.
Adeus ao Cid.
Que fiquem os discos, que o cantor merece uma cabana na praia...
Que fiquem os discos, que o cantor merece uma cabana na praia...
Copo Poético - A imaginação
Imaginei que não conseguia imaginar mais.
Que me faltava a ideia, a iluminação,
as ideias que vinham eram negras e sem futuro.
Faltava-me a fé de ver na ausência, a luz.
Confesso que a dor de cabeça, impede o pensamento.
A de joelho, por rebaixada alma diária ao Deus profano,
As costas partidas pelo dormir surpreso,
A falta de guardião no leito, que vele pelo murmúrio...
Tudo isso impede o descansar de um lutador, impávido, sentinela de um mundo escondido.
Falta-me a imaginação, o sentido de continuar a esperar.
Nem o remorso de um passado em que protegi a ideia,
me faz penar pela falta que a imaginação deixa vazia.
Sim...
De nada me serve guardar a ausência.
Como as lágrimas que guardo nas caixas fortes do banco desalmado.
Como a penúria amorosa a que o tribunal me condena, como pena agravada,
pela audácia de protestar.
Indefinição...
Esqueço!
Nem imagino.
Não quero.
Nem lembro que sou capaz.
Sê-lo fere-me e trucida-me e empurra-me,
Para o espelho.
E desse olhar não posso escapar...
04-11-2013
Copo Jocoso - O guião para a Reforma do Estado
Confidenciou-me um copo, que o Guião para Reforma do Estado foi recusado por uma grande produtora de Hollywood.
Ao que aparece entre as diversas razões invocadas estavam:
- Este Guião é parecido com tantos outros, já apresentados.
- Não se percebe a sequência com o filme-catástrofe que estão a produzir há 3 anos em Portugal.
- Não realizam filmes de ficção científica.
Ao que aparece entre as diversas razões invocadas estavam:
- Este Guião é parecido com tantos outros, já apresentados.
- Não se percebe a sequência com o filme-catástrofe que estão a produzir há 3 anos em Portugal.
- Não realizam filmes de ficção científica.
Video-copo: Afinal não é apenas um problema Português...
Já se via no Star Trek (século XXIII), um problema pioneiro, do Portugal do século XXI
«Bolas, pá!
Eu sou um Doutor, não um_________!»
domingo, 3 de novembro de 2013
sábado, 2 de novembro de 2013
Copo do dia - Há escrever e escrever...
Começo a ficar assustado, confesso.
Vejo alguns escritores publicados falarem da vida de outros com tal ignorância, que penso que a sensibilidade que têm e demonstram no papel, deve advir de um alter ego escondido, quase fantasma.
Nem sequer se trata das opiniões políticas ou sociais, mas do facto dos produtores de um estilo literário virado para as massas, esconderem debaixo de uma bela forma, uma aparência de conteúdo opaco e básico, suscitando apenas o mais primário dos instintos.
Como leitor e como pessoa que escreve, acho que deveríamos considerar que os escritores que ganham prémios ou os que debitam livros, com qualidade (em alguns casos questionável), apesar do adágio, não se reflectem no que escrevem.
Dessa forma, já não me surpreenderei que a melhor (não a maior) obra tenha saído dos dedos de um visceral homicida da língua e do pensamento.
Vejo alguns escritores publicados falarem da vida de outros com tal ignorância, que penso que a sensibilidade que têm e demonstram no papel, deve advir de um alter ego escondido, quase fantasma.
Nem sequer se trata das opiniões políticas ou sociais, mas do facto dos produtores de um estilo literário virado para as massas, esconderem debaixo de uma bela forma, uma aparência de conteúdo opaco e básico, suscitando apenas o mais primário dos instintos.
Como leitor e como pessoa que escreve, acho que deveríamos considerar que os escritores que ganham prémios ou os que debitam livros, com qualidade (em alguns casos questionável), apesar do adágio, não se reflectem no que escrevem.
Dessa forma, já não me surpreenderei que a melhor (não a maior) obra tenha saído dos dedos de um visceral homicida da língua e do pensamento.
sexta-feira, 1 de novembro de 2013
Copo do dia
Tudo à noite, acontece com definição.
A tarde é uma dúvida existencial de um dia que se perde.
A tarde é uma dúvida existencial de um dia que se perde.
O Autor e o prémio
Ganhar um prémio parece ser uma forma de validar a nossa qualidade.
Aliás, para alguns, parece ser uma forma de obter cultura instantânea e altivez moral.
O problema aí, não é o que os outros se arrogam fazer, mas as festas no Ego que nos permitimos fazer-lhes, sem que a humildade necessária para valorizar o caminho da escrita de um livro, seja verdadeira, mas apenas a forma sem conteúdo na página ou no corpo que parece acompanhar um cheque em branco que é um prémio, aparentemente literário.
Se eu gostava de ganhar um?
Eu gostava de o merecer.
Qualquer um pode ganhar!
Aliás, para alguns, parece ser uma forma de obter cultura instantânea e altivez moral.
O problema aí, não é o que os outros se arrogam fazer, mas as festas no Ego que nos permitimos fazer-lhes, sem que a humildade necessária para valorizar o caminho da escrita de um livro, seja verdadeira, mas apenas a forma sem conteúdo na página ou no corpo que parece acompanhar um cheque em branco que é um prémio, aparentemente literário.
Se eu gostava de ganhar um?
Eu gostava de o merecer.
Qualquer um pode ganhar!
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