No Notícias Online, li uma pérola, cujo o título é Em defesa de Margarida Rebelo Pinto escrito por Jacinto Furtado. É uma obra prima da ironia.
Inspirado por esse texto, confesso que não nutro nada pela senhora.
Nem sequer desprezo.
Mas acho adorável que se considere literatura por fotocópia, boa literatura, assim como as autobiografias escritas para jovens estrelas de 16 anos, ou 14 ou mesmo auto-biografias escritas por pessoas que não nasceram...
Pelo menos neste mundo real.
Posto que nada tenho a favor ou contra da senhora, porque me recuso a gastar dinheiro a comprar um livro dela, tudo o que tenho é o que outros escrevem dela...
Até ao momento em que ela decidiu dar a sua opinião na TV...
Sei lá...
E depois, antes dela acabar, mudei de canal.
Não gosto de ver lixo pornográfico.
Sobretudo no noticiário.
Vi, uma privilegiada, que tem uma «entourage» com a qual já me cruzei, vazia de ideias ou melhor com ideias definidas sobre ricos, pobres e os seu leitores, que são uns preguiçosos.
Perdão, não se confunda falta de dinheiro, com pobreza de espírito.
Por isso ali vi a mulher mais pobre que conheço.
Perdão!
A pessoa, ser vivo, entidade, mais pobre que conheço e hei-de conhecer.
(E tantas outras há que ainda não conheço.)
Mas ela tem uma vantagem.
Tem um livro adaptado ao cinema.
E o realizador a partir de agora pode fazer 500 outros filmes, porque basta remontar o mesmo filme várias vezes e temos as adaptações dos livros da MRP...
Seja como for, Em defesa de Margarida Rebelo Pinto é uma delícia.
Têm de ler.
Leiam...
Já agora livros.
Certo?
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