Tenho lágrimas que batem nas pálpebras,
Prisioneiras de uns olhos que evitam ler,
As palavras que agora caem da minha boca silenciosa.
A tristeza que toma conta do meu corpo,
Acontece com a sensação da energia que se esvaí,
Na consciência de o mundo ficou mais pobre com o fim da
esperança.
A Paixão que perco, com Valente estoicismo, arrasa-me.
Perco o sonho, o caminho, a força para respirar.
E no entanto amanhã levanto-me com a força perdida,
Por que não posso parar o caminho que se faz por ele, sem
mim.
Aguento mais uma dose do elogio pesaroso,
Em que sou enaltecido, pelo Homem que que não imaginam.
Objecto do conforto liminar, de ser considerado,
Mas não envolto.
E assim, as lágrimas que batem contras pálpebras,
a represa do sentimentos que quero que viagem para outro mundo,
retidas pelo sentimento de esperança que já não é,
Pelo caminho que não chega,
Pela mão que já não sinto,
Num olhar que não terá destino,
Em mim, que já não aguardo…
Sinto-me vivo.
Sem vida.
Sem nada.
Com todos os instrumentos para fazer,um dia destes, em breve lago,
esta sensação.
Mas volto a fazer.
A arriscar.
A crescer um pouco mais.
E recomeço o ciclo de Prometheus.
a represa do sentimentos que quero que viagem para outro mundo,
retidas pelo sentimento de esperança que já não é,
Pelo caminho que não chega,
Pela mão que já não sinto,
Num olhar que não terá destino,
Em mim, que já não aguardo…
Sinto-me vivo.
Sem vida.
Sem nada.
Com todos os instrumentos para fazer,um dia destes, em breve lago,
esta sensação.
Mas volto a fazer.
A arriscar.
A crescer um pouco mais.
E recomeço o ciclo de Prometheus.
Sem comentários:
Enviar um comentário